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"Who deserves respect?": German children philosophize in dialogs and drawings their concept of respect

Marsal, Eva ; Dobashi, Takara

Childhood & Philosophy, 2013, Issue 17, pp.129-151

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Citations Cited by
  • Title:
    "Who deserves respect?": German children philosophize in dialogs and drawings their concept of respect
  • Author: Marsal, Eva ; Dobashi, Takara
  • Subjects: Respekt ; Philosophie ; Dialoge ; Community Of Inquiry
  • Is Part Of: Childhood & Philosophy, 2013, Issue 17, pp.129-151
  • Description: In this paper we first discuss the categorical classification of the philosophical concept “respect,” and then demonstrate how children (aged 6-14) in their dialogs and drawings work through problems associated with the conceptual field of “respect” in a philosophical community of inquiry. From among the philosophical categories we focus on the categories of “epistemic and moral virtue,” on the one hand, and on the other, “feeling,” to show that the philosophical concept “respect” as “respect for someone or something” alters its requirement profile as the proximity to its object changes. Men and women carry out the duties implied by their humanity or personhood in various ways, thereby evoking in the spectator various evaluative judgments accompanied by corresponding feelings covering the entire spectrum from horror, disgust, rejection, and disapproval all the way to admiration. The subjective feeling that arises leads to the formulation: “I don’t respect X because...,” or “I respect X because...”--in other words, we specify the reasons that cause us to feel respect. The sole condition that “the other is a human being, a person” seems insufficient to call forth deep emotional acceptance. Respect is now tied to a many-faceted conditional web of qualities. Because of these feelings, the previous premise that respect is owed to every human being and every person as such is mitigated by questions such as: Must persons always be respected? Who merits respect? Which actions merit respect? Can one earn respect? Can one buy respect? Must you respect yourself in order to be respected by others? Is there a false respect? These questions demonstrate that, depending on the context and category to which the referent belongs, “respect” has different connotations. The philosophical challenge is to bring this field of connotations into a logically and also emotionally satisfactory equilibrium.
    Nesse artigo nós discutimos antes de tudo a classificação categorial do conceito filosófico de “respeito”, e depois demonstramos como as crianças (entre 6 e 14 anos), em seus diálogos e desenhos trabalham os problemas associados com o campo conceitual do “respeito” numa comunidade filosófica de investigação. Por entre as categorias filosóficas nós nos concentramos nas categorias de “virtude moral e epistêmica”, por um lado, e por outro sobre o “sentimento”, para mostrar que o conceito filosófico de “respeito” como “respeito por alguém ou por algo” altera o seu perfil de exigências quando a proximidade do objeto muda. Homens e mulheres carregam os deveres implicados por sua humanidade ou personalidade em vários sentidos, por isso evocando no espectador vários juízos avaliativos acompanhados de sentimentos correspondentes que cobrem o espectro inteiro do horror, desgosto, rejeição, e desaprovação, no longo caminho até a admiração. O sentimento subjetivo que emerge leva às formulações: “Eu não respeito X porque...”ou “eu respeito X porque...” – em outros termos nós especificamos as razões que causam em nós o sentimento de respeito. A única condição de que “o outro é um ser humano, uma pessoa” parece insuficiente para invocar uma profunda aceitação emocional. O respeito é agora ligado a uma teia condicional e multifacetada de qualidades. Por causa desses sentimentos, a precedente premissa de que o respeito é devido a todo ser humano e a toda pessoa se encontra assim interrogada por questões como: devem as pessoas ser sempre respeitadas? Quem merece respeito? Que ações merecem respeito? Alguém pode ganhar o respeito? Alguém pode comprar o respeito? Você deve respeitar a você mesmo para ser respeitado pelos outros? Existe um falso respeito? Essas questões demostram que, dependendo do contexto e da categoria à qual pertence o referente, “respeito” tem diferentes conotações. O desafio filosófico é de trazer esse campo de conotações a um equilíbrio satisfatório, tanto logicamente quanto emocionalmente.
    En este trabajo se discute la primera clasificación categórica del concepto filosófico de "respeto", y luego se muestra cómo los niños (6-14 años) en sus diálogos y dibujos trabajan a través de los problemas asociados con el campo conceptual de "respeto" en una comunidad filosófica de investigación. Entre las categorías filosóficas que nos centramos están las de "virtud epistémica y moral", por un lado, y por otro, "sentimiento", para mostrar que el concepto filosófico de "respeto", como "respeto a alguien o algo" altera su perfil de requisitos a medida que se aproximan cambios en los objetos. Hombres y mujeres llevan a cabo los deberes que implica su humanidad o la personalidad de varias maneras, evocando así a los lectores varios juicios evaluativos acompañados por sentimientos correspondientes que cubren todo el espectro desde el horror, asco, rechazo y desaprobación hasta la admiración. La sensación subjetiva que surge lleva a la formulación: "Yo no respeto a X porque ..." o "Yo respeto a X porque ..." - en otras palabras, se especifica las razones que nos hacen sentir respeto. La única condición de que "el otro es un ser humano, una persona" parece insuficiente para suscitar profunda aceptación emocional. El respeto está vinculado a una red condicional de muchas facetas y cualidades. Debido a estos sentimientos, la premisa anterior, que el respeto se debe a cada ser humano y a cada persona en cuanto tal se ve mitigado por preguntas como: ¿debemos respetar siempre a las personas? ¿Quién merece respeto? ¿Qué acciones merecen respeto? ¿Se puede ganar el respeto? ¿Se puede comprar el respeto? ¿Tiene alguien que respetarse a sí mismo para ser respetado por los demás? ¿Hay una relación de respeto falsa? Estas preguntas demuestran que, en función del contexto y la categoría a la que pertenece, el "respeto" tiene diferentes connotaciones. El desafío filosófico es traer este campo de connotaciones a un equilibrio lógico y emocionalmente satisfactorio.
  • Language: English
  • Identifier: ISSN: 1984-5987
  • Source: Fundación Dialnet

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